O Atlético de Madrid apresentou nesta quarta-feira um inovador projeto de iluminação para o seu novo estádio. Em parceria com uma empresa holandesa, o clube terá pelos próximos quatro anos uma arena integralmente com a tecnologia LED.

A iluminação dinâmica permitirá projetar as cores do Atlético em cada jogo, desde o acesso ao estádio, mudará de cor quando sair um gol e pode também realizar espetáculos de luz desenhados para cada ocasião.

Estádio Atlético de Madrid projeto iluminação (Foto: Reprodução / YouTube)

Inaugurado em 1994 como estádio de atletismo (parte do projeto olímpico da cidade), o La Peineta foi fechado em 2004 para uma remodelação que ainda não foi concluída – e custará € 240 milhões (R$ 866,4 milhões na cotação atual). O Atlético de Madrid vai assumi-lo como casa a partir da próxima temporada, substituindo o Vicente Calderón. A capacidade será entre 68 mil e 72 mil espectadores.

Estádio Atlético de Madrid imagem aérea (Foto: Reprodução / Site Oficial)

Estádio Atlético de Madrid imagem aérea (Foto: Reprodução / Site Oficial)

Estádio Atlético de Madrid imagem aérea (Foto: Reprodução / Site Oficial)

O Governo japonês aprovou nesta sexta-feira o contrato para a construção do estádio olímpico para os Jogos de 2020. Após um adiamento de mais de um ano, o projeto foi aprovado com um valor de US$ 1,5 bilhão (R$4,8 bilhões).
Segundo o planejamento oficial, a construção começará em dezembro, depois de um atraso por conta do alto custo e do design inicial, que não agradou boa parte da população. O Conselho do Esporte do Japão, organização do Governo para os Jogos, afirma que o estádio estará pronto em novembro de 2019, cinco meses antes do que estava previsto.

Kengo Kuma arquiteto Tóquio Jogos 2020 (Foto: Kengo Kuma)

O contrato proposto anteriormente era de US$2,65 bilhões (R$8,64 bilhões). Yuriko Koike, governadora de Tóquio, disse que vai acompanhar de perto a construção do estádio devido ao seu alto custo. Um painel está discutindo o uso da instalação depois dos Jogos.
– Pelo fardo que devemos dividir, eu vou garantir que será utilizado pelas pessoas de Tóquio e elevar minha voz quando for necessário – disse.
O Governo de Tóquio está revisando o projeto dos Jogos por conta de seu alto custo. Em um relatório divulgado na quinta-feira, a previsão é de que os gastos superem US$ 30 bilhões (R$ 96,71 bilhões) caso não haja cortes no orçamento. O documento também sugeriu a utilização de sedes já existentes, evitando a construção de “elefantes brancos”.

Antes de avançar por uma arena e apresentar o projeto aos conselheiros nesta terça-feira, o Santos estudou a construção de um estádio em São Paulo. As condições, porém, não agradaram.

O Peixe fez pesquisas de mercado e projetou custo de construção em torno de R$ 1 bilhão, diferentemente dos R$ 450 milhões do campo em Santos. Além disso, outro fator pesou contra: a concorrência.
Na capital paulista há três grandes estádios, de Corinthians, Palmeiras e São Paulo, que poderiam atrapalhar a realização de eventos e dificultar a agenda de jogos, já que a Polícia Militar não costuma liberar mais de uma partida no mesmo horário.
Sem a possibilidade de ter uma arena em São Paulo, o Alvinegro segue com a ideia de ter dois estádios em Santos, com distância de cerca de 1 quilômetro. A Vila Belmiro seria reformada e receberia “jogos menores”, enquanto o novo estádio teria shows e as partidas mais importantes.

Camp Nou troca de gramado (Foto: Ivan Raupp)

O Camp Nou vai começar a temporada com tapete novo para receber Messi, Neymar, Suárez e as outras feras do Barcelona. O clube decidiu trocar o gramado 100% natural pelo híbrido e aproveitou que os jogos ainda não começaram para realizar o procedimento.

De acordo com o Barça, a troca vinha sendo estudada há tempos, e o novo gramado foi testado pelo clube por mais de um ano. A grama híbrida consiste em uma combinação entre grama natural – a maior parte – e a grama artificial, o que torna o campo mais forte e estável, e a manutenção dele mais fácil. O chance de inundação, por exemplo, passa a ser bem menor. Antes, o gramado era totalmente natural. O mesmo acontecerá na Ciutat Esportiva Joan Gamper, centro de treinamento dos catalães.

A grama híbrida é muito utilizada em estádios de times de futebol da Inglaterra e da NFL, a liga de futebol americano.

Camp Nou troca de gramado (Foto: Ivan Raupp)

O campo anexo de São Januário está em fase final. Na manhã desta terça-feira, o espaço, que fica atrás das arquibancadas, começou a receber o gramado e deve ficar liberado para uso na primeira quinzena de agosto. Com isso, o elenco profissional do Vasco vai deixar de trabalhar no campo principal e preservar o terreno para os jogos oficiais. A finalização do plantio está prevista para esta quarta.
Para evitar problemas de fungos e ajudar a adaptação dos jogadores, a grama utilizada no campo anexo é da mesma espécie utilizada no principal, chamada de Bermuda Tifway 419. Como o equipamento usado para o corte será o mesmo para os dois terrenos, a Greenleaf, que é responsável pelo plantio, manteve a semente.
O Vasco ainda reformou o muro de fundo, que traz a conhecida frase do ex-presidente Cyro Aranha e que já foi por diversas vezes lembrada por Eurico Miranda: “Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal”.
Por sinal, desde que assumiu novamente a presidência do clube, em novembro de 2014, o presidente Eurico Miranda vem reforçando a importância das obras em São Januário, que teve o ginásio reformado (com a ajuda financeira dos torcedores) e ganhará, em breve, o prédio do CAPRES. O local será para reabilitação e prevenção de problemas físicos dos atletas vascaínos.

Campo anexo de São Januário começa a receber o gramado (Foto: divulgação)

Campo anexo de São Januário começa a receber o gramado (Foto: divulgação)

Campo anexo de São Januário começa a receber o gramado (Foto: divulgação)

Campo anexo de São Januário começa a receber o gramado (Foto: divulgação)

Gramado na Cidade do Galo (Foto: Rafael Araújo)

 

Depois de cerca de 20 dias sem receber os jogadores, o campo número 1, o principal da Cidade do Galo, está quase pronto para voltar a ser local dos treinos do Atlético-MG. Nesta sexta-feira, um funcionário do clube passou com o cortador de grama e deu formas circulares ao “tapete”. A chuva que caiu em Belo Horizonte deixou o gramado ainda mais verde.
Durante o período de inatividade do campo, foi efetuada a troca da grama. A expectativa é de que na reapresentação após o jogo contra o Sport, na terça-feira, os jogadores voltem a usar o campo 1 para os treinamentos.

Gramado na Cidade do Galo (Foto: Rafael Araújo)

O Botafogo tem oficialmente uma casa para a temporada 2016, embora ela ainda não esteja pronta. Na tarde esta sexta-feira, em coletiva de imprensa em General Severiano, o Alvinegro confirmou a parceria com a Portuguesa para transformar o Luso-Brasileiro, localizado na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro, na “Arena Botafogo”. O projeto para utilização conjunta do estádio inclui cessão de jogadores à Lusa e uma reformar no local para deixá-lo apto a receber jogos do Campeonato Brasileiro, Série D e Copa do Brasil. O anúncio foi feito pelos presidentes dos dois clubes, Carlos Eduardo Pereira e João Rêgo, e pelos vices alvinegros Luis Fernando Santos, executivo, e Márcio Padilha, comunicação. As obras já começaram, e a expectativa para estreia no palco é no início de junho, contra Cruzeiro ou Vitória.

 

Carlos Eduardo Pereira, Botafogo (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

A capacidade atual do local é de 3.718 lugares, e a ideia é usar arquibancadas tubulares para expandir esse número de 17.500 a 19.500 – a CBF exige um mínimo de 15 mil lugares para liberar um estádio para o Brasileirão. Carlos Eduardo Pereira, porém, esquivou-se das muitas perguntas sobre valores que serão investidos, tanto para construção das arquibancadas e instalação de refletores, quanto para as despesas de melhorias dos vestiários e do campo, principal exigência do técnico Ricardo Gomes. O presidente se limitou a dizer que o custo do Botafogo será baixo por ser realocado de outras áreas e ponderou que a escolha por um local próximo é para minimizar desgaste com viagens – Juiz de Fora, por exemplo, era uma opção.
– Não se trata de uma simples locação de um espaço, e sim de um esforço conjunto de duas equipes do futebol carioca para viabilizar um esforço em duas competições em nível nacional, o Brasileiro para o Botafogo e a Série B para a Portuguesa. Também teremos cessão de jogadores para reforçar a equipe da Portuguesa. O estádio da Portuguesa é muito bonito, já nos acolheu (em 2005), por isso achamos melhor para que não tivesse tantas viagens, tanta dificuldade. Conseguimos desenvolver essa parceria. Capacidade será menor do que quando houve arquibancadas temporárias, mas terá proximidade com a torcida e viabilidade econômica. No Caio Martins incluía demolição das arquibancadas opostas e troca por outras. Nesse caso, no Luso-Brasileiro, já tem estrutura boa, vamos fazer reforma no campo de jogo e fechar, fazer uma ferradura com arquibancadas temporárias. Vai haver um equilíbrio entre o que o Botafogo já gastava normalmente com manutenção do Nilton Santos e apoiado na receita de sócio-torcedor. Nós estamos com um elenco de melhorias acertadas com a Portuguesa. Queremos oferecer melhores condições possíveis. A gente não vai chegar no padrão Fifa, mas tenho certeza de que todas as equipes serão muito bem recebidas lá – afirmou CEP.
Quando vazou a notícia na última quinta, o projeto foi alvo de críticas de torcedores nas redes sociais, reclamando que, se vão gastar dinheiro com obras no Luso-Brasileiro, poderiam aplicar esse recurso no Caio Martins, que pertence ao Botafogo. Carlos Eduardo Pereira explicou o motivo pelo qual o investimento na Ilha do Governador será menor, novamente sem citar valores.
– Importante esclarecer o por que não do Caio Martins. Nossa expectativa é que o Nilton Santos retorne em outubro, com isso teríamos poucas partidas lá. O Caio Martins nós apresentamos no começo desse ano um projeto ao prefeito de Niterói visando expandir a arquibancada para o Brasileiro e para que o Canto do Rio pudesse jogar lá. Ocorre que esse projeto previa arquibancadas definitivas, com isso gerando oferta de 400 vagas de estacionamento sob essas arquibancadas. O projeto ficou razoavelmente dispendioso, e não foi possível fazer a captação desses recursos. Tentamos arquibancadas provisórias, mas elas não criam as vagas de estacionamento. O prefeito me passou que assim caberiam só oito mil pessoas, o que não atende à capacidade exigida. Por isso a busca por uma terceira praça de esportes.Presidente da Portuguesa, João Rêgo comemorou a parceria e já se diz torcedor alvinegro.
– Agora o Botafogo não tem mais só uma estrela, são duas. Ontem já torci pelo Botafogo (contra o Coruripe), parabéns pela classificação. A Portuguesa está à disposição, vai acordar gigante que estava adormecido. Espero que tudo dê certo.